O que aprendi após retirar as amígdalas (ou uma reflexão sobre nossa alimentação espiritual)

Há muito tempo vinha planejando retirar as amígdalas, até que no começo desse mês consegui. Apesar de ser um procedimento simples, pesquisei bastante sobre, sabia da alimentação restrita a líquidos e gelados, do pós-operatório chato e dolorido. Sabia no que estava me metendo. Conhecer a teoria, entretanto, não te livra da vivência da situação, das... Continue lendo →

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Refletindo sobre Orphan Black: O evangelho na vida de Alisson Hendrix

OUTRO PONTO

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”Eu só quero conhecer. Jesus Cristo, quem é você? O que você sacrificou?”

Chegamos ao último texto sobre a série Orphan Black. Fazendo uma retrospectiva, no primeiro falamos sobre nossas tentativas de controlar tudo, brincando de Deus. No segundo falamos sobre a similaridade entre as sestras e o Corpo de Cristo. Partindo do geral, para o específico, hoje quero falar sobre Alisson Hendrix.

Ela vive em uma boa casa,  é treinadora de futebol para crianças e, junto com seu marido e os dois filhos adotivos, parecem uma típica família cristã e feliz do Canadá. Entretanto, quando os conhecemos mais, descobrimos que Alisson é alcoólatra e desconfia que seu marido seja um monitor, cúmplice das corporações que vivem de olho nas clones. Por conta dos vários segredos que ambos escondem, o casamento deles passa por várias crises.

Ao longo das temporadas, no entanto, vemos o casal sempre tentando se ajustar e…

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Isaías 19

Quase particular

Quem olha para ela agora nem imagina o seu passado glorioso, cheio de riquezas. Egito  era a melhor, a potência mundial. Achava que podia tudo, que estava bem amparada pelos seus deuses. Estava… Até ficar frente a frente com Ele.

– Um Deus desconhecido, sem nome e sem rosto… Quem ele pensa que que é para se dizer mais poderoso que todos os meus deuses? – Ela se pergunta. O que ela não sabia era que Ele não pensa que é, Ele simplesmente é. Ela pagou caro por não acreditar. Foi confrontada uma, duas, três… dez vezes derrotada pelo Deus que defende escravos.

O tempo passou, ela se reergueu, superou, mas volta e meia ele aparecia em seus sonhos, como um fantasma do passado, como alguém misteriosamente atraente. Ela ouve seu nome outra vez e sente um frio na barriga. Faz tempo desde a última vez que se encontraram. Ela sabe…

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Refletindo sobre Orphan Black: As sestras e o corpo de Cristo

OUTRO PONTO

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Como disse no primeiro texto, a primeira coisa que me atraiu para assistir Orphan Black foi saber que uma atriz (Tatiana Maslany) conseguia dar vida a mais de dez personagens diferentes.  Enquanto assistia aos episódios, por diversas vezes meu cérebro foi enganado e eu cheguei a esquecer desse detalhe, acreditando serem mulheres diferentes em cena.

Autênticas, as clones Ledas apenas se parecem fisicamente, pois suas personalidades, gostos e até a forma de falar, vestir e andar são diferentes. Sarah é mãe solteira e traficante. Beth é uma policial depressiva viciada em remédios. Alisson, mãe, dona de casa e alcoólatra. Cosima, lésbica e cientista brilhante. Helena, uma assassina treinada criada em um convento. MK, uma hacker excelente e cheia de segredos. Rachel, fina, elegante e com sede por poder. Krystal, manicure sexy e, aparentemente ingênua, mas bastante esperta.

A um tempinho atrás escrevi sobre a forte amizade dos personagens de The…

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Refletindo sobre Orphan Black: Brincando de ser Deus

OUTRO PONTO

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”Orphan Black” é uma série de drama e ficção científica que estreou em 30 de março de 2013 e chegou ao fim recentemente, em 12 de Agosto de 2017. Comecei a assistir graças a minha curiosidade sobre as diversas personagens interpretadas pela Tatiana Maslany e fui surpreendida com verdades escondidas na série e que pretendo dividir com vocês em três textos.

A trama gira em torno de Sarah, que presencia o suicídio de Beth, uma mulher parecida com ela e toma sua identidade, mas ao se envolver nessa situação, acaba descobrindo que ela, assim como Beth, Alisson, Cosima e muitas outras, são parte de um experimento de clonagem humana comandado por organizações e pessoas egoístas que querem a todo custo controlar o genoma humano para produzir pessoas perfeitas, biologicamente, sem se medir esforços para alcançar seus objetivos.

Algumas vezes na série, os personagens comentam como o Dr. Leekie, uma dessas…

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Falando de amizade com The Big Bang Theory

OUTRO PONTO

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Ano passado escrevi meu primeiro texto sobre The Big Bang Theory. Falei sobre Mary Cooper, mãe de Sheldon, como exemplo de alguém que serve a Cristo com sinceridade, sem religiosidade e sabendo como lidar com pessoas céticas que a criticam o tempo inteiro. Pergunto-me, entretanto, o que mais podemos extrair de bom de uma série de comédia?

Vamos começar do começo. Na primeira temporada somos apresentados aos quatro amigos: Howard Wolowitz, Leonard Hofstadter, Rajesh Koothappali e Sheldon Cooper. Eles têm uma rotina que inclui jogar, assistir a filmes, ir à loja de quadrinhos e comer juntos, seja no trabalho ou em casa. Também é possível perceber uma subdivisão no grupo, formando duas duplas mais chegadas (Howard e Raj; Sheldon e Leonard). Mesmo assim o grupo funciona bem, tendo sua harmonia balançada pela chegada de Penny, a nova vizinha, típica menina líder de torcida que vemos nos filmes (loira, atraente…

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The OA: Sobre fé e unidade

OUTRO PONTO

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Terminei de assistir nessa semana a primeira temporada de The OA, uma série que estreou no fim do ano passado na Netflix. Ao concluir, me veio aquela sensação de ‘’entendi nada’’. Então fui procurar sites que a explicassem e a primeira coisa que encontrei, foi a frase: ‘’The OA é uma série sobre acreditar’’.

Praire Johnson é uma moça cega que desaparece e, após sete anos, reaparece enxergando. O que aconteceu com ela é um mistério para todos. Ao longo dos episódios, ela resolve contar sua história para um grupo de quatro jovens estudantes e uma professora, todos do mesmo colégio. O relato de Praire vai além das expectativas e traz uma realidade que aproxima ciência e sobrenatural.

O que a história de Praire pode ter a ver com o evangelho?

Bom, uma coisa que me chama atenção é que os cinco ouvintes não têm elementos em comum. Um…

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Fé, Perdão e Graça em quatro filmes

OUTRO PONTO

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Graças à Netflix, tenho tido a oportunidade de assistir a bons filmes. Dentre todos que já vi, quatro me fizeram refletir e tirar algumas lições que gostaria de dividir com vocês.

O primeiro é ‘’Philomena’’, a história de uma senhora em busca do seu primeiro filho, o qual ela não vê há cinquenta anos. ‘’Até O Último Homem’’ conta a história de um jovem adventista que deseja servir como médico na guerra, se recusando a tocar em armas. O terceiro filme, ‘’Bem-Vindo à Marly-Gomont’’ é sobre um médico negro que, desejando mudar de vida, vai com sua família morar numa cidadezinha no interior da França. Por fim, ‘’Hope’’ é uma menina coreana que vê sua vida e da sua família mudar após ser abusada sexualmente.

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Sabendo um pouco sobre a sinopse de cada filme, talvez você não enxergue o que eles podem ter em comum. Bem, para começar, os quatro…

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